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Marcelinho Carioca
Ex-meia do Corinthians e do Flamengo
Marcelo Pereira Surcin, o Marcelinho Carioca, nasceu no dia 1 de fevereiro de 1971, no Rio de Janeiro. Meio–campista, ficou conhecido como Pé de Anjo em suas passagens pelo Corinthians por cobrar faltas de forma magistral e pelo tamanho de seu pé (calça número 36).
Flamengo
Iniciou sua carreira nas categorias de base do Flamengo e sua estreia não poderia mais marcante. Foi num clássico contra o Fluminense, no dia 30 de novembro de 1988 que o jovem Marcelinho (iria ganhar o apelido “Carioca” somente nos tempos de Corinthians), de apenas 17 anos, substituiu Zico, o maior ídolo da torcida rubro-negra, que se machucara aos 11 minutos de jogo.
Permaneceu na Gávea até 1993, onde conquistou glórias como a Copa do Brasil de 1990, o Campeonato Carioca de1991 e o Campeonato Brasileiro de 1992, mas decepções, como o pênalti perdido na final da Supercopa dos Campeões da Libertadores da América, contra o São Paulo, no Morumbi, que rendeu o caneco ao Tricolor, que na época era comandado pelo inesquecível Telê Santana.
Corinthians
Em 1994 se transferiu para o Corinthians, uma negociação que girou em torno de US$ 800 mil, uma fortuna para a época. Em sua apresentação, afirmou que gostaria de fazer história no clube alvinegro. Em sua primeira passagem pelo Timão, que durou até 1997, ganhou um Campeonato Paulista e uma Copa do Brasil.
Foi vendido ao Valencia por US$ 7 milhões, mas não se adaptou ao clube espanhol e retornou ao Parque São Jorge, onde ficou até 2001. Em sua segunda passagem, faturou os Campeonatos Brasileiros de 1998 e 1999, os Paulista de 1999 e 2001 além do Mundial de Clubes da FIFA, em 2000, cuja final foi contra o Vasco.
Mas nem tudo foram flores no Corinthians. Na semifinal da Libertadores de 2000, disputada contra o arquirrival Palmeiras, perdeu o pênalti que acabou com as chances do time chegar na final da competição internacional. A partir daí seu relacionamento com a fiel torcida foi piorando até que em 2001 o clima acabou.
O meia foi acusado de tentar denegrir a imagem do então companheiro Ricardinho (disse a jornalistas que o meia, por ser o traíra do grupo, havia apanhado dos demais atletas). Marcelinho entrou em atrito com diretoria e comissão técnica e acabou afastado. Após ficar 36 dias treinando sozinho no Centro de Treinamento de Itaquera, conseguiu na Justiça o direito de mudar de clube e acertou a sua transferência para o Santos, onde reencontrou o também ex-corintiano Viola.
Esta não foi a única polêmica que o craque se envolveu em sua carreira. Ele não tinha um bom relacionamento com o técnico Vanderlei Luxemburgo, que o acusou de ter pego o jogador com mulheres na concentração.
Flamengo
Iniciou sua carreira nas categorias de base do Flamengo e sua estreia não poderia mais marcante. Foi num clássico contra o Fluminense, no dia 30 de novembro de 1988 que o jovem Marcelinho (iria ganhar o apelido “Carioca” somente nos tempos de Corinthians), de apenas 17 anos, substituiu Zico, o maior ídolo da torcida rubro-negra, que se machucara aos 11 minutos de jogo.
Permaneceu na Gávea até 1993, onde conquistou glórias como a Copa do Brasil de 1990, o Campeonato Carioca de1991 e o Campeonato Brasileiro de 1992, mas decepções, como o pênalti perdido na final da Supercopa dos Campeões da Libertadores da América, contra o São Paulo, no Morumbi, que rendeu o caneco ao Tricolor, que na época era comandado pelo inesquecível Telê Santana.
Corinthians
Em 1994 se transferiu para o Corinthians, uma negociação que girou em torno de US$ 800 mil, uma fortuna para a época. Em sua apresentação, afirmou que gostaria de fazer história no clube alvinegro. Em sua primeira passagem pelo Timão, que durou até 1997, ganhou um Campeonato Paulista e uma Copa do Brasil.
Foi vendido ao Valencia por US$ 7 milhões, mas não se adaptou ao clube espanhol e retornou ao Parque São Jorge, onde ficou até 2001. Em sua segunda passagem, faturou os Campeonatos Brasileiros de 1998 e 1999, os Paulista de 1999 e 2001 além do Mundial de Clubes da FIFA, em 2000, cuja final foi contra o Vasco.
Mas nem tudo foram flores no Corinthians. Na semifinal da Libertadores de 2000, disputada contra o arquirrival Palmeiras, perdeu o pênalti que acabou com as chances do time chegar na final da competição internacional. A partir daí seu relacionamento com a fiel torcida foi piorando até que em 2001 o clima acabou.
O meia foi acusado de tentar denegrir a imagem do então companheiro Ricardinho (disse a jornalistas que o meia, por ser o traíra do grupo, havia apanhado dos demais atletas). Marcelinho entrou em atrito com diretoria e comissão técnica e acabou afastado. Após ficar 36 dias treinando sozinho no Centro de Treinamento de Itaquera, conseguiu na Justiça o direito de mudar de clube e acertou a sua transferência para o Santos, onde reencontrou o também ex-corintiano Viola.
Esta não foi a única polêmica que o craque se envolveu em sua carreira. Ele não tinha um bom relacionamento com o técnico Vanderlei Luxemburgo, que o acusou de ter pego o jogador com mulheres na concentração.