Milton Neves

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Confira os eventos dos quais Milton Neves participou, as seções "MN Rádio", "MN TV", "Seco Pra Você", "Biografia" e um acervo que mostra um pouco da trajetória de Milton Neves no rádio, no jornal, na revista Placar, na TV e na publicidade, além de fotos e vídeos de uma carreira profissional que começou na comunicação em 1967

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Fundação Abrinq faz flash mob pelo Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil


O jornalista e publicitário Milton Neves e Oscar Filho , humorista do programa CQC da Rede Bandeirantes de Televisão, participaram do flash mob promovido pela Fundação Abrinq junto com outras personalidades e voluntários anônimos na tarde de 10 de junho, na Avenida Paulista, em São Paulo.

 

De: Fundação Abrinq - Fernanda Pereira
[mailto:fpereira@fundabrinq.org.br]
Enviada em: sexta-feira, 5 de junho de 2009 11:08
Para: 'miltonneves@terceirotempo.com.br'
Assunto: RES: Fundação Abrinq


Milton,

A ação será na Avenida Paulista x Alameda Casa Branca das 12h às 13h

Você prefere marcar algum lugar para nos encontrarmos ou você vai lá direto?

Irei te entregar uma camiseta com "Diga NÃO ao trabalho infantil"

E o tempo que você puder ficar, será ótimo.

Se quiser levar algum amigo ou mesmo a TV fique à vontade.

Estou à disposição para maiores informações.

Por favor entre em contato para combinarmos certinho.

Fernanda

 

 

No dia 10 de junho, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, irão se mobilizar nas cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza.

No próximo dia 10 a Fundação Abrinq fará uma flash mob, ou mobilização instantânea de pessoas, em pontos estratégicos das cidades de São Paulo, Suzano, Campinas, Santos, Brasília, João Pessoa e Fortaleza para alertar a sociedade contra o trabalho infantil, das 12h às 13h.

A ação tem como objetivo chamar a atenção para o Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil, 12 de junho, e articular a população para se posicionar e participar das questões da infância e da adolescência no país. Na ocasião, centenas de pessoas, entre elas alguns artistas, distribuirão balas nos semáforos com mensagens de conscientização e haverá a divulgação de informações sobre os prejuízos do trabalho infantil por meio de faixas, em alguns dos principais semáforos destas cidades.

Para o cruzamento da Avenida Paulista com Alameda Casa Branca, já estão confirmadas as participações de Danilo Gentili e Milton Neves que serão os embaixadores da Fundação Abrinq nesta ação.

A iniciativa conta com o apoio de parceiros como a empresa Riclan que cedeu gratuitamente cem mil balas. Além disso, as concessionárias que administram as principais rodovias do estado de São Paulo, Ecovias, Novadutra, RodoAnel e ViaOeste farão a distribuição de folhetos sobre os prejuízos do trabalho infantil, em algumas praças de pedágio, entre os dias 10 a 13 de junho.

Também nesses dias a rede de hotéis Sol Meliá, a Unilever e a empresa Murrelektronik, farão divulgações internas para seus colaboradores e parceiros, no dia 10 de junho.

A questão do trabalho infantil vem se tornando prioridade na agenda da política pública social no Brasil, porém ainda há muito a se fazer. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no Brasil, aproximadamente 4,8 milhões de meninos e meninas brasileiros de 5 a 17 anos trabalham para ajudar a complementar a renda familiar. Esta é uma realidade tão verdadeira quanto assustadora.

Ainda há desafios. É preciso pôr fim à crença de que o trabalho infantil é uma virtude e afasta crianças e adolescentes da marginalidade. De fato, este é um destino reservado exclusivamente às parcelas mais pobres de nossa população. Ele, contudo, expõe a infância a uma condição moralmente degradante, prejudica a escolaridade e faz com que milhares de brasileiros, já em idade adequada ao início de suas vidas profissionais, estejam em desvantagem na luta por uma colocação no mercado de trabalho e em assumir suas responsabilidades sociais.

Mais do que isso, é preciso convencer a sociedade brasileira de que o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária é o maior legado que podemos deixar para o futuro de nosso país. Portanto, precisamos garantir que nossas crianças se livrem do fardo do trabalho infantil para viver de forma plena a sua infância, com tempo para brincar, aprender e também ensinar.

Junte-se à Fundação Abrinq nessa luta!

Acesse www.fundabrinq.org.br e veja mais informações sobre a ação de 10 de junho.

Locais da ação:

São Paulo
Avenida Paulista x Alameda Casa Branca
Rua da Consolação x Rua Maria Antônia
Av. Marquês de São Vicente x Av. Pacaembu
Av. Anhaia Melo x Av. Paes de Barros
Av. Água Rasa x Av. Regente Feijó
Av. Ibirapuera x Av. Indianópolis
Av. Brasil x Av. Brig. Luís Antônio
Av. Faria Lima x Av. Juscelino Kubitschek
Av. Dumont Villares x Praça Nippon x Term. Cargas x Av. Guilherme Cotching

Suzano
R. Prudente de Moraes X Av. Antonio Marques Figueira

Campinas
Av. Francisco Glicério X Treze de Maio

Santos
R. João Pessoa alt.129 x R.Martin Afonso
R. João Pessoa  x R.Brás Cubas

Brasília (Samambaia)
Farol que liga Samambaia à Ceilândia e Taguatinga
João Pessoa
Cruzamento do parque Solon de Lucena

Fortaleza
R. Cel. Manuel Jesuino X Av. da Abolição - bairro de Mucuripe

Trabalho infantil: combata este mal!

Crianças gastam os anos valiosos da infância não em brincadeiras ou na escola, desenvolvendo sua criatividade e potencialidade, mas nos canaviais, nos lixões, nos semáforos, pedreiras, sisaleiras, plantações, fábricas e em casas de família, realizando serviços domésticos.

Nas olarias respiram o ar cheio de pó de sílica, na confecção de calçados convivem com a cola de sapateiro, em cada um dos ofícios mudam-se apenas os riscos aos quais cada uma das pequenas vítimas de trabalho infantil está exposta, mas todas têm em comum os prejuízos impostos pelo trabalho precoce.

A questão do trabalho infantil vem se tornando prioridade na agenda da política pública social no Brasil, porém ainda há muito a se fazer. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2007, no Brasil, aproximadamente 1,2 milhão de meninos e meninas brasileiros de 5 a 13 anos trabalham para ajudar a complementar a renda familiar. Esta é uma realidade tão verdadeira quanto assustadora.

Ainda há desafios. É preciso pôr fim à crença de que o trabalho infantil é uma virtude e afasta crianças e adolescentes da marginalidade. De fato, este é um destino reservado exclusivamente às parcelas mais pobres de nossa população. Ele, contudo, expõe a infância a uma condição moralmente degradante, prejudica a escolaridade e faz com que milhares de brasileiros, já em idade adequada ao início de suas vidas profissionais, estejam em desvantagem na luta por uma colocação no mercado de trabalho e em assumir suas responsabilidades sociais.

Mais do que isso, é preciso convencer a sociedade brasileira de que o direito de crianças e adolescentes à convivência familiar e comunitária é o maior legado que podemos deixar para o futuro de nosso país. Portanto, precisamos garantir que nossas crianças se livrem do fardo do trabalho infantil para viver de forma plena a sua infância, com tempo para brincar, aprender e também ensinar.


Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil

No Brasil, o trabalho infantil não é enquadrado como crime, não é uma violação à lei penal, exceto quando envolve tráfico de crianças e adolescentes, exploração sexual, venda de drogas e trabalho escravo, porém, existem sanções previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente para os empregadores e as famílias que inserem a criança no trabalho.

Por isso, a conscientização sobre os danos do trabalho precoce se faz importante e as ações para combater essa exploração devem partir da própria sociedade que deve denunciar casos de violação de direitos infanto-juvenis e apoiar organizações que combatam o trabalho infantil, em vez de comprar produtos nos semáforos.

No país ainda existem milhões de crianças e adolescentes que trabalham e que são privados de direitos básicos como educação, saúde, lazer e liberdades individuais. Muitas, ainda, estão expostas as às piores formas de trabalho infantil, sendo envolvidas em atividades que prejudicam de forma irreversível, seus desenvolvimentos físico, psicológico e emocional plenos.

A OIT, desde 2002, com o intuito de mobilizar a sociedade e os estados para esse grave problema, incentiva a comemoração do Dia 12 de Junho, como o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil.

No Brasil, contando com o fundamental apoio do Estado Brasileiro e da grande mobilização da Sociedade Civil, liderada pelo Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil (FNPETI), o dia se tornou uma data Nacional, por força da Lei nº 11.542, de 12 de novembro de 2007, que institui o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Infantil.

Ao longo dos últimos anos, a data tem ganhado importância e o reconhecimento da sociedade Brasileira. Constitui-se, portanto, como um momento de sensibilização, mobilização e potencialização dos esforços empreendidos no combate e prevenção do trabalho infantil no Brasil.

Nesse contexto, há no Brasil e no mundo, o entendimento internacional comum de que a Educação é o caminho para o fim do trabalho infantil. O acesso a uma educação integral e de qualidade é a resposta direta e adequada para encerrar esse ciclo perverso que afeta milhões de crianças e adolescentes brasileiros.

A campanha desse ano, considera a Educação como direito fundamental, adotou o tema: “Com Educação nossas crianças aprendem a escrever um novo presente, sem trabalho infantil”. Em todo o país, milhares de pessoas e instituições se unem no intuito de fortalecer a mensagem central de combate ao trabalho infantil pela promoção da Educação.

Propõe-se, mais uma vez, que governo, organizações de trabalhadores e de empregadores e sociedade civil assumam o compromisso de combater o trabalho infantil, no marco do dia 12 de junho de 2009.

Junte-se à Fundação Abrinq nessa luta!

Acesse www.fundabrinq.org.br e veja mais informações sobre o Dia Mundial Contra o Trabalho Infantil.



 
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